Entre as quase 400 inscrições recebidas na edição 2019 do projeto cultural “Se Essa Rua Fosse Minha”, um dos destaques foi a história de Valdemar Costa Júnior. Durante toda a sua vida, seu sonho era transformar o terro baldio em frente à sua casa em uma praça para a população do bairro. A praça está hoje em fase de construção e, quando inaugurada, receberá o nome do morador que tanto lutou por este benefício para a comunidade.

A responsável pela inscrição foi Marta Regina, viúva de Valdemar. Ela conta que muitos projetos foram feitos por ele e enviados à prefeitura, buscando sempre melhorias para a região. Com o “Se Essa Rua Fosse Minha”, esses esforços receberão reconhecimento onde ele sempre viveu e lutou.

“Eu senti no meu coração de que a praça ia ganhar o nome dele. Na família está todo mundo, até hoje, emocionado com tudo. Era o sonho dele arrumar o terreno para as crianças brincarem. Nunca vi esse tipo de coisa em outros estados e para a gente que perde alguém isso é algo que não dá para explicar, a importância de homenagear um ente querido”, conta Dona Marta.

O projeto

O projeto cultural “Se essa rua fosse minha” completa a sua sexta edição este ano. Nascido da necessidade administrativa de nomear as ruas da cidade, o projeto tem dado espaço para que a população participe desse processo trazendo a possibilidade de que famílias prestem uma homenagem a seus entes queridos que já partiram, mas que de alguma forma fizeram história do lugar onde viveram.

“O projeto dá identidade à cidade, facilitando que a população se identifique ainda mais com o lugar onde vive vendo seus familiares homenageados pela prefeitura”, afirma Jhamille Almeida, secretária executiva de planejamento urbano.

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