(Ascom/SEMPLAN)

A dona de casa Euzilene Alves mora nas proximidades da Lagoa dos Oleiros, em terreno aterrado, e tinha dúvidas sobre o que o Programa Lagoas do Norte tinha projetado para essa região. Ela atendeu ao convite do programa e foi até o evento Mobiliza Lagoas, ocorrido durante todo o dia desta quarta-feira (19), no Parque Lagoas do Norte. Ela queria saber se o seu imóvel seria beneficiado.

“Foi muito bom esse evento. Deu para explicar bem para nós entendermos. A minha família vai ser beneficiada porque a minha casa está abaixo [do nível de alagamento] e vai ser bom para nós. Eu tinha dúvida se ia ser beneficiada ou não, mas agora a gente já sabe. Tiramos nossas dúvidas e agora vamos esperar o atendimento”, revelou Euzilene, após passar por todos os estandes do Mobiliza Lagoas.

Em cada um dos estantes, mais de 500 pessoas puderam receber informações sobre todos os aspectos que envolvem o Lagoas do Norte nesta segunda fase, desde as normativas de atendimento à população até o projeto das obras e todas as explicações sobre a necessidade de se fazer intervenções nas regiões das lagoas da zona norte. O Mobiliza Lagoas também ouviu a opinião das famílias e realizou atendimentos individuais para quem ainda tinha dúvidas.

“Essas comunidades foram convidadas a conhecerem o que o Lagoas do Norte projetou e pretende executar nas regiões em que elas moram. Elas puderam compreender também que o programa tem como maior objetivo a necessidade de minimizar os alagamentos provocados pelas cheias dessas lagoas e dos rios no período chuvoso e garantir que elas tenham melhor qualidade de vida. As ações desenvolvidas hoje vão garantir segurança para grande parte da zona norte. Pense como era a região há 15 anos atrás em relação aos alagamentos e como está após as intervenções da primeira fase do programa. É isso que motiva a equipe a desenvolver esses projetos e ações”, destaca Márcia Muniz, diretora geral do Lagoas do Norte.

Durante o Mobiliza Lagoas, as famílias foram informadas sobre os critérios e opções de compensação que o programa oferece e as famílias podem escolher entre: indenização paga em dinheiro no valor de avaliação do imóvel; reassentamento monitorado, em que a família encontra um imóvel custando até R$77 mil e a Prefeitura efetua a compra; ou uma unidade habitacional no residencial Parque Brasil, que está com obras finalizando.

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