PLN faz coleta nas lagoas para análise em parceria com Águas de Teresina

A Prefeitura de Teresina, através do Programa Lagoas do Norte (PLN) e em parceria com a Águas de Teresina, está realizando a coleta de água nas 12 lagoas da área de intervenção do programa, e também nos rios Parnaíba e Poti. A ação tem como objetivo monitorar a qualidade da água destes mananciais antes e após a implantação das obras de esgotamento sanitário que vêm sendo implantadas na zona Norte da capital.

Segundo Leonardo Madeira, diretor executivo do PLN, a parceria com a Águas de Teresina visa acompanhar a recuperação das lagoas a partir da implantação do sistema de esgotamento sanitário, mostrando os benefícios trazidos pelas intervenções.

“As coletas realizadas são de responsabilidade do PLN. Em seguida, encaminhamos as amostras para a Águas de Teresina, que faz as análises e devolve os dados para o PLN, que faz a interpretação e a tabulação desses dados a partir do cálculo dos índices de qualidade da água. É um índice adaptado à realidade brasileira, em que podemos acompanhar a evolução da recuperação desses mananciais a partir das intervenções do PLN. Desde o momento que se faz a coleta, a gente consegue observar a recuperação dessas lagoas”, disse.

As coletas e análises dos mananciais são realizadas a cada trimestre, pela Unidade de Projeto Socioambiental (UPS) do PLN, em parceria com a Gerência de Vigilância em Saúde Ambiental e do Trabalhador – GEVISAST da Fundação Municipal de Saúde – FMS, e Águas de Teresina.

“O laboratório da Águas de Teresina prepara os recipientes e nos repassam os regentes e materiais necessários para o ato da coleta. Nós do PLN realizamos o transporte dos materiais e coletamos a água para distribuir nos frascos, além de coordenar os pontos de coleta e recolhimento de informações do aspecto físico da água com temperatura, cor e odor”, relatou  a bióloga do Programa Lagoas do Norte, Zelinda de Oliveira.

Usuários do MUV são premiados com um mês grátis de assessoria de corrida

A equipe do aplicativo MUV em Teresina divulgou nesta quinta-feira (19) os vencedores do desafio LoveRun, realizado em parceria com a empresa de mesmo nome. Os três primeiros usuários do aplicativo a completar o desafio foram premiados com um mês grátis de assessoria esportiva para a prática de corrida, oferecido pela parceira.

O aplicativo propôs que os usuários adotassem meios sustentáveis de transporte não apenas como hobby, mas em percursos do dia a dia, como ir à escola ou ao trabalho. Os três primeiros usuários que completassem seis viagens de rotina utilizando modais como a bicicleta, o transporte público ou a caminhada, em um intervalo de duas semanas, seriam premiados com um mês de assessoria esportiva gratuita pelo Love Run – Clube de Corrida e Caminhada.

“O objetivo desses desafios é estimular os usuários a utilizarem cada vez mais o aplicativo, tanto pela expectativa dos prêmios como por poder contribuir com a melhoria da mobilidade na cidade”, explica Aécio Ibiapina, coordenador do MUV em Teresina.

Os vencedores devem entrar em contato com a Agenda 2030, departamento da Secretaria Municipal de Planejamento responsável pela implantação do aplicativo em Teresina, através do telefone (86) 3215-7527, ramal 42.

Sobre o aplicativo

O MUV é um aplicativo que confere pontos para quem se locomove por meios mais sustentáveis, como a caminhada, bicicleta ou transporte público. É uma estratégia de gamificação que transforma a mobilidade sustentável em um jogo.

Confira os premiados:

 

1º: Marcio Di Paula

 

2º: Aurieli Andrade

 

3º: Mauro Jonas

Ministério da Economia aprova financiamento para construção de escolas de tempo integral em Teresina

O Ministério da Economia aprovou financiamento no valor de US$ 50 milhões (aproximadamente R$ 200 milhões pela cotação atual) para a construção de escolas integrais em Teresina, além de reformas em outras unidades e projetos de urbanização no entorno. A aprovação ocorreu durante reunião realizada na última terça-feira, 17, na Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex).

O financiamento também passará crivo do Senado Federal antes da assinatura do contrato e início da liberação dos recursos. O investimento total será de US$ 62,5 milhões, com US$ 50 milhões financiados pelo NBD, banco de fomento dos países integrantes do grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), além de US$ 12 milhões de contrapartida da Prefeitura de Teresina.

“A implantação das escolas de tempo integral e a expansão de matrículas na educação infantil é um ponto da Agenda 2030, da Organização das Nações Unidas. Educação sempre foi nossa maior prioridade. Trabalhamos para assegurar uma educação inclusiva, de qualidade, garantindo oportunidade de aprendizagem para todos”, ressalta o prefeito Firmino Filho.

O secretário municipal de planejamento, José João Braga, ressalta o esforço da Prefeitura de Teresina para garantir recursos que possam viabilizar investir na melhoria da qualidade de vida dos moradores. “Este projeto representará um salto de qualidade na educação das nossas crianças”, afirma.

O projeto conta com a construção de oito novas escolas de tempo integral em Teresina, que passará a ter 24 unidades de ensino nessa modalidade. Com carga horária ampliada e novas disciplinas, essas unidades estão revelando uma evolução no desempenho dos alunos, oferecendo um currículo integrado, com disciplinas comuns, além de atividades de música, teatro, esporte e várias outras possibilidades de aprendizado. Estas escolas absorverão os alunos de ouras unidades já existentes, que serão reformadas e transformadas em creches para educação infantil.

Além da questão educacional, o projeto também prevê a urbanização do entorno destas escolas, com intervenções no tráfego, como faixas de pedestres elevadas e ciclofaixas, além de outros aspectos urbanísticos, como a arborização. O objetivo é aumentar a segurança e facilitar a integração entre a escola e a comunidade em que está inserida.

Diretoria do Banco Mundial vem à Teresina conhecer novos projetos do Programa Lagoas do Norte

Uma comissão formada por diretores e gerentes de alto escalão do Banco Mundial estão em Teresina para conhecer os novos projetos do Programa Lagoas do Norte. O programa é financiado pela instituição bancária e, nesta segunda etapa, estão sendo aplicados U$ 88 milhões em vários projetos que buscam a melhoria de vida da população que vive nos 13 bairros atendidos pelo programa.

Premiado nacionalmente e reconhecido internacionalmente, o Programa Lagoas do Norte tem sido apresentado pela instituição financiadora em eventos mundo afora. Ano passado, uma comissão de representantes de países como Etiópia, Gana e Indonésia estiveram em Teresina conhecendo o programa. Além disso, o prefeito Firmino Filho já foi a eventos em Washington (EUA) e Estocolmo (Suécia), por exemplo, levando a experiência do Lagoas do Norte. Na última sexta-feira (13), o diretor de Coordenação do PLN, Leonardo Madeira, apresentou o artigo “Requalificação urbana e ambiental como política pública para mitigação de riscos sócio ambientais” durante o III Congresso Brasileiro de Redução de Riscos e Desastres, em Belém (PA).

Participam desta missão Anna Wellenstein, diretora regional para desenvolvimento sustentável, Rita Cestti, gerente para o setor de águas para a América Latina, Maria Gonzales de Asis, gerente do setor de desenvolvimento social para a América Latina, Alexandra Bezeredi, especialista líder em desenvolvimento social, além de Juliana Garrido, gerente do projeto e especialista sênior em saneamento, Alberto Costa, especialista sênior em desenvolvimento social, Juliana Paiva, especialista em desenvolvimento social, Sofia de Abreu Ferreira, advogada sênior, e Soraya Melgaço, consultora especialista em desenvolvimento social.

Na manhã desta quarta-feira (18), Anna Wellenstein e Rita Cestti foram recebidas pelo prefeito Firmino Filho no Palácio da Cidade. “É uma alegria receber a diretoria do banco aqui na nossa cidade, especialmente nesse momento em que o programa acabou de entregar uma obra de grande importância para os moradores do bairro Mocambinho, o Parque Ambiental Matias Matos, e inicia outras obras de relevância na região”, destacou o prefeito.

O Banco Mundial realiza acompanhamento rotineiro dos projetos e ações do Lagoas do Norte através da gerência do programa junto à instituição financeira e dos especialistas nas áreas de engenharia e social. Nesta missão, as diretoras e gerentes conheceram os projetos concluídos recentemente, como o Parque Ambiental Matias Matos, outros que já estão sendo executados, como a construção do residencial Parque Brasil, e os que ainda estão em fase de instalação, como é o caso da requalificação urbana e ambiental total das lagoas do São Joaquim e Oleiros e parcial das lagoas do Mazerine e Piçarreira.

“Estamos recebendo essa missão do Banco Mundial em um momento em que vamos iniciar obras e ações no programa de grande relevância para a população que vive no entorno dessas lagoas. Ao mesmo tempo, vamos mostrar o impacto que o programa tem na melhoria de vida da população que já foi atendida”, afirma Márcia Muniz.

Empresa inicia estudo sobre a situação dos diques do Parnaíba e Poti para propor soluções

 

O Programa Lagoas do Norte licitou e contratou uma empresa especializada em projetos de engenharia para fazer um estudo amplo da situação dos diques dos rios Parnaíba e Poti. Esse estudo vai propor soluções para cada trecho analisado, levando em conta os aspectos sociais, ambientais, hidráulicos, hidrológicos e geológicos. Com base nesse estudo, a Prefeitura adotará um dos modelos de reforço do dique propostos pela empresa.

Esse estudo é uma continuidade dos painéis de segurança já realizados por especialistas contratados pelo Programa Lagoas do Norte através do Banco Mundial, órgão financiador do programa. Os três painéis de segurança detectaram a existência de problemas, como é o caso da altura do dique em relação ao nível dos rios na máxima cheia ocorrida na década de 80. Em alguns trechos, há risco de que, num momento de encontro das cheias dos dois rios, a água atravesse o dique e passe do rio para o outro lado. Agora, esses problemas serão analisados de forma criteriosa e, a partir disso, haverá a proposição de soluções.

O estudo segue da avenida Boa Esperança até a rua Santa Clara, no Mocambinho. “Nós temos conclusões dos painéis de segurança que agora serão aprofundadas. Todo esse esforço do Programa Lagoas do Norte é no sentido de embasar a tomada de decisão quanto ao modelo de obra a ser adotado e, assim, garantir a proteção das pessoas que vivem na região norte”, explica Márcia Muniz, diretora geral do PLN.

Os especialistas da empresa contratada percorrerão toda a extensão do dique fazendo medições e análises. A população está sendo informada como será esse trabalho em reuniões e material informativo que está sendo distribuído na região. Em alguns trechos, os especialistas precisarão ter acesso aos quintais das residências.

O dique é uma estrutura de engenharia construída para proteger a população das águas dos rios em momentos de intensa cheia, em decorrência do aumento do volume das águas. Para que essa estrutura funcione com total segurança, não deve ter interferências em sua base, como árvores de grande porte, poços, fossas e casas.

Moradores dos bairros Olarias e Vila Apolônia participam de reunião sobre estudo do dique

Os moradores do bairro Olarias e da Vila Apolônia participaram, neste sábado (14), de reunião com os técnicos do Programa Lagoas do Norte, com o secretário municipal de Planejamento e Coordenação, José João Braga, e com a diretora geral do programa, Márcia Muniz, para discutir o início do estudo acerca da situação do dique dos rios Poti e Parnaíba. Essa estrutura, que protege toda a população da zona norte, necessita de reparos.

Os técnicos explicaram para a população que esse estudo será realizado por uma empresa especializada, que vai analisar todos os aspectos estruturais, ambientais e sociais do dique, que vai da Avenida Boa Esperança até a Rua Santa Clara, no Mocambinho. Esse estudo é uma continuidade dos painéis de segurança já realizados por especialistas contratados pelo Programa Lagoas do Norte através do Banco Mundial, órgão financiador do programa.

Francisco Pereira da Silva, mais conhecido como Jairzinho, vai completar 40 anos que mora no bairro Olarias e participou da reunião. “A reunião veio para esclarecer, deixou o povo numa expectativa boa. Depois de 40 anos morando aqui, eu queria sair. Já criei minha família, não tenho mais opções aqui”, disse.

A empresa contratada fará medições e análises da estrutura do dique. “Nós temos conclusões dos painéis de segurança que agora serão aprofundadas. Todo esse esforço do Programa Lagoas do Norte é no sentido de embasar a tomada de decisão quanto ao modelo de obra a ser adotado e, assim, garantir a proteção das pessoas que vivem na região norte”, explica Márcia Muniz, diretora geral do PLN.

Outras reuniões acontecerão para levar as informações sobre o estudo para moradores dos demais trechos que compreendem o dique. Também está sendo distribuído um folder informativo sobre o início desse estudo para a população.

Lagoas do Norte é apresentado em Congresso de Redução de Riscos e Desastres

A experiência do Programa Lagoas do Norte está sendo apresentada no III Congresso Brasileiro de Redução de Riscos e Desastres, em Belém (PA). O diretor de Coordenação do programa, Leonardo Madeira, apresentou o artigo “Requalificação urbana e ambiental como política pública para mitigação de riscos socioambientais”, em que destaca o caráter multissetorial do programa no enfrentamento do desafio de levar qualidade de vida a áreas extremamente degradadas em 13 bairros da zona norte de Teresina.

Nos últimos anos, o país vem sofrendo com desastres envolvendo barragens. No Piauí,  foi marcante a tragédia de Algodões. E um dos objetivos do Programa Lagoas do Norte é trabalhar na diminuição do risco de inundações em toda a zona norte, como é o caso do estudo para estruturação dos diques dos rios Parnaíba e Poti.

“No artigo faço uma descrição do programa como uma política pública que congrega diversas ações integradas que faz, ao mesmo tempo, investimentos em infraestrutura, mas também se preocupa com ações de desenvolvimento socioeconômico da região e com a melhoria da gestão institucional. O efeito do programa é sinérgico e o objetivo é a qualidade de vida da população, que não é fácil de ser mensurado, mas, somente um programa que vise e trabalhe de forma integrada consegue ter objetivos tão ousados”, explica Leonardo Madeira.

O artigo foi enquadrado na área de governança em exposição no congresso. Participam do evento 23 estados de todas as regiões do país. No evento estão sendo discutidas as principais tecnologias empregadas atualmente no país para a redução de riscos e desastres, com a presença do secretário nacional de Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves, que participa de todos os debates e mesas de discussões.

“É um evento recente e a discussão é muito nova. O Brasil está aprendendo a lidar com isso. Na palestra de abertura isso ficou muito claro. Ainda tem muito empirismo, falta muita evidência científica e estudo, e é nesse contexto que o Lagoas do Norte se encaixa bem, porque é uma política pública que está sendo implementada desde 2008 com resultados expressivos. A ideia é apresentar isso como prática exitosa neste contexto de grandes dificuldades”, diz.

Firmino discute início de novas obras do Lagoas do Norte com especialistas do Banco Mundial

Na manhã desta sexta-feira (13), o prefeito Firmino Filho esteve reunido com as especialistas do Banco Mundial que acompanham a execução das obras e ações do Programa Lagoas do Norte, Juliana Garrido, Soraya Melgaço e Juliana Paiva, e também com o secretário municipal de Planejamento e Coordenação, José João, e a diretora geral do programa, Márcia Muniz. Durante a reunião, a equipe apresentou ao prefeito as obras que estão iniciando e trataram sobre a infraestrutura do residencial Parque Brasil.

Com a montagem das unidades habitacionais deste residencial finalizada, agora a construtora está trabalhando na infraestrutura: rede de abastecimento de água e esgotamento sanitário, drenagem, pavimentação e energia. “Esse residencial foi totalmente projetado para garantir a segurança e qualidade de vida para a população que é atendida pelo Programa Lagoas do Norte e vai morar lá”, diz o prefeito Firmino Filho.

O residencial está sendo ofertado às famílias como uma das alternativas de reassentamento. Atualmente, essas pessoas vivem em áreas vulneráveis, em margens de lagoas, sem estrutura adequada de abastecimento e esgoto e sob risco de alagamento. Ele é uma das três opções de reassentamento previstas no Lagoas do Norte.

Além da infraestrutura do residencial, o grupo apresentou ao prefeito o planejamento para o início das obras no entorno das lagoas dos Oleiros, São Joaquim, Piçarreira e Mazerine. Essas obras estão orçadas em R$ 35 milhões no total e contemplam a despoluição das lagoas, melhorias habitacionais, pavimentação e iluminação pública, e a construção de estruturas para a prática do esporte e lazer.

“Essas obras que vamos iniciar representam um salto na qualidade de vida da população dessa região. Essa é a missão do Programa Lagoas do Norte”, finaliza Márcia Muniz.

Populares da região das Olarias apresentam demandas para representantes do Banco Mundial

Moradores do bairro Olarias, situado na região do dique da avenida Boa Esperança, zona norte de Teresina, reuniram-se com membros do Banco Mundial, que estão em Teresina em missão de acompanhamento das obras e projetos do Programa Lagoas do Norte. O encontro aconteceu na manhã desta quinta-feira (12).

O senhor Luís Felipe da Costa é vazanteiro e dona Eliúde Gomes de Sousa Silva é cabeleireira, moram em casas que ficam às margens da avenida Boa Esperança, e solicitaram aos membros da instituição que financia o programa uma maior celeridade no andamento dos projetos porque temem pela segurança das casas de vários moradores, que estão em situação precária. Participaram da reunião as especialistas da área social do Banco Mundial, Soraya Melgaço e Juliana Paiva, e a diretora geral do PLN, Márcia Muniz.

“As pessoas que moram na Vila Apolônia, nas Olarias e nas comunidades próximas ao Encontro dos Rios vivem apavoradas porque as casas são de taipa e não vão resistir a mais um inverno. Muita gente não tem nem um banheiro, a lagoa é cheia de lixo, as crianças não tem aonde brincar e muita gente está sendo atropelada porque as casas são em cima da avenida, não tem por onde as pessoas andarem. O que a gente quer é que o projeto comece para que a gente tenha um lugar seguro para morar. A comunidade toda sabe que o Lagoas do Norte vai levar é benefício para nós, melhorar nossa realidade”, relatou Eliúde.

Gerente do programa junto ao Banco Mundial, a engenheira Juliana Garrido explicou aos moradores o andamento das ações do Lagoas do Norte e comunicou que os técnicos do programa farão reuniões com a população para explicar o que está sendo feito.

“Tivemos a oportunidade de receber esses moradores para conversar sobre o andamento do programa. Vamos realizar reuniões com a comunidade para explicar que uma empresa especializada fará um estudo detalhado dos diques do Parnaíba e Poti e as possibilidades de reestruturação desse dique. Também faremos uma outra obra na região, que é a requalificação urbana e ambiental da lagoa dos Oleiros, que contemplará essa comunidade. Além disso, as obras na área da lagoa do São Joaquim, no bairro Mafrense, deverão iniciar até o fim deste mês”, explicou Márcia Muniz.

O Lagoas do Norte segue a rotina de atendimento à população tanto na Unidade de Gerenciamento do Programa, como na Unidade de Projeto Socioambiental que compõem o programa. Nessas unidades os moradores podem tirar dúvidas sobre as intervenções na região.

Semplan apresentará plano diretor para associação de engenheiros

A Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (SEMPLAN) realizará, nesta quinta-feira (12), uma palestra para apresentar aos profissionais da construção civil a proposta do Novo Plano Diretor de Teresina. O evento acontecerá no auditório do CREA-PI (Praça do Fripisa), às 18h, e faz parte de um ciclo de debates promovidos pela Associação Brasileira de Engenheiros Civis – Piauí (ABENC-PI).

A secretária executiva de Planejamento Urbano da SEMPLAN, Jhamille Almeida, apresentará a palestra. Ela conta que eventos como esse são importantes para atualizar os profissionais da construção civil sobre a nova legislação que vai vigorar na cidade.

“Nossa intenção com essa palestra é apresentar a proposta do novo plano diretor de Teresina para aqueles profissionais que recebem de forma indireta o impacto da nova proposta de legislação. São profissionais que não podemos considerar como construtores ativos, mas consideramos que suas atuações englobam essas diretrizes. Profissionais que, por exemplo, lecionam sobre as diretrizes de uso, ocupação e parcelamento do solo. Outro aspecto importante é que as opiniões e discussões sobre a proposta do plano diretor serão expandidas, e quem sabe, possivelmente incorporadas em uma futura audiência pública sobre o tema”, comenta.

Ricardo Freitas, diretor da Associação Brasileira de Engenheiros Civis Piauí (ABENC-PI), relata que os profissionais associados estão atentos paras as mudanças. “Com a mudança do plano diretor todo o mercado imobiliário se reconfigura. Outras possibilidades de empreendimento e negócios podem surgir. Daí a importância, para que os nossos colegas já estejam familiarizados com as mudanças legislativas”, conclui.

Servidores participam de treinamento sobre ferramenta da tecnologia BIM

Entre os dias 04 a 06 de setembro servidores municipais de Teresina participaram de treinamento para o uso do software Microstation. Na capacitação foram repassadas instruções sobre o manuseio da ferramenta de desenho 2D, cuja utilização facilita a introdução da Tecnologia Bim entre os engenheiros e arquitetos da Prefeitura de Teresina. O BIM é uma metodologia de trabalho que busca potencializar a eficiências nos gastos e na execução de obras.

O treinamento ocorreu no auditório da Secretaria Municipal de Finanças, no Palácio da Cidade, e reuniu 30 servidores técnicos envolvidos com ações para adoção da Tecnologia BIM.

“O treinamento tem o intuito de garantir uma transição. É necessário que os técnicos façam a transição para que eles deixem de utilizar o software atual, um software defasado e com problemas, e passem a adotar o software adquirido em licitação, mais eficiente. Vamos acompanhar a evolução dos técnicos que receberam esse treinamento para garantir a transição definitiva”, esclarece Virginia Moura, coordenadora do Núcleo BIM na Semplan.

Para Ângela Araújo, arquiteta e gerente de projetos da Semplan, o treinamento é “o incentivo para a gente trabalhar no Microstation, que serve para minimizar as dificuldades que temos encontrado no trabalho. É uma forma de incentivo para que possamos permanecer utilizando a plataforma” afirmou.

Entenda o BIM

BIM significa Building Information Modelling (Modelagem de Informação da Construção), que consiste em um sistema que inclui a modelagem inteligente do projeto em 3D, além da concentração de todas as informações de diversas áreas relacionadas à obra em um único documento, favorecendo uma melhor visualização do trabalho e um planejamento mais eficaz, reduzindo a execução da obra em gastos e tempo.